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segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Justiça com fraque de cobrador - Artigo de Opinião Diário Económico

Com a anunciada publicação da lista de devedores com acções em tribunal pelo Ministério da Justiça, à semelhança da lista de devedores, aperta se o "cerco" aos que insistem não pagar na hora.

Esperemos que essa medida atinja 2 objectivos, desobstruir os tribunais, e também fazer com que cada vez mais empresas paguem a tempo e horas...

ver artigo abaixo


http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/opinion/columnistas/pt/desarrollo/976555.html

Justiça com fraque de cobrador

O Ministério da Justiça vai seguir o exemplo do fisco e colocar na internet a lista das pessoas e das empresas que não pagam as dívidas.
Mário Baptista
A medida explica-se pelos 700 milhões de euros que, todos os anos, os tribunais não conseguem cobrar, e que afectam principalmente as pequenas e médias empresas, que têm menos capacidade que as grandes multinacionais de suportar os atrasos ou os ‘calotes’ dos compradores. A medida faz parte de um pacote que o ministro da Justiça vai apresentar, ainda este mês, no Parlamento, e explica-se porque a cobrança de dívidas está a tornar-se numa das maiores dores de cabeça não só para os credores, mas principalmente para os tribunais. Daí que uma das medidas desta acção executiva seja, precisamente, retirar burocracia da mão dos juízes. Só que esta intenção tem um ponto que pode ser negativo: se os tribunais começarem a adoptar o caminho do fisco – que por vezes está no limite do desrespeito ao contribuinte – arriscamo-nos a cair em exageros condenáveis, em nome de um princípio com o qual todos concordamos.

domingo, 2 de dezembro de 2007

A falta que faz ser conhecido...

O sr Dr Paulo Portas em poucos dias conseguiu mais de 4000 assinaturas na sua petição pois tem facilmente acesso aos meios de comunicação social , tendo tido elevada exposição mediática. Isso e o facto de poder usar a base de dados dos contactos dos militantes do seu partido fizeram com que rapidamente pudesse levar a sua petição a discussão na Assembleia da República.

A minha petição criada mais de um mês antes, e também enviada para orgãos de comunicação social, nomeadamente a Lusa, e também para várias Associações empresariais e não só, foi completamente ignorada.

Por aqui se vê que o acesso á comunicação social é altamente condicionado pelo facto de sermos ou não conhecidos na "Praça".

O superior interesse nacional, esse não importa. Se fosse um crime ou um escândalo nacional que valesse a pena ser mediatizado, teria tido igual exposição pública.

Assim vai a comunicação neste país...

Temos neste momento 69 assinaturas na petição. Precisamos de ser conhecidos para chegar ás 4 000 ou mais.

Vamos seguir em frente e não desistir, pois "Pagar na hora" é o que nos faz avançar. Mesmo !

José Sousa